27 de maio de 2012

Aonde vamos?

Que vida espelhada essa, vejo tudo igual sem esperança de farsa me diferenciar. Vento que sento ao olhos azuis no relento da humanidade. Boca que aproxima fala o que se acredita, sonha com a amacia dorme esperando o dia. Na terra deito os pés gelados, na cama anseio um sono pesado, e do sonho utópico. Venha acalmar minha mente, desvendar meus sentimentos por que nem isso posso fazer sozinha. Quais os planos? Preciso deles? Programado como um relógio do anti horário o anti reflexo. Nao sou espelho, não me faca acreditar. WHYUNDERSTANDME??