Que vida espelhada essa, vejo tudo igual sem esperança de farsa me diferenciar. Vento que sento ao olhos azuis no relento da humanidade. Boca que aproxima fala o que se acredita, sonha com a amacia dorme esperando o dia. Na terra deito os pés gelados, na cama anseio um sono pesado, e do sonho utópico.
Venha acalmar minha mente, desvendar meus sentimentos por que nem isso posso fazer sozinha. Quais os planos? Preciso deles? Programado como um relógio do anti horário o anti reflexo. Nao sou espelho, não me faca acreditar. WHYUNDERSTANDME??